8 dias, 8 concertos intimistas a favor da Casa do Artista!

De 12 de janeiro a 3 de fevereiro de 2026, às segundas e terças-feiras, sempre às 21h, a música sobe à sala de estar instalada no palco do Teatro Armando Cortez.

O cartaz conta com caras bem conhecidas do público, de diferentes géneros musicais como Cuca Roseta e Ruben Alves (12 de janeiro), Herman José (13 de janeiro), Rita Redshoes (19 de janeiro), Maria João e João Farinha (20 de janeiro), Hélder Moutinho (26 de janeiro), D.A.M.A (27 de janeiro), Selma Uamusse (2 de fevereiro) e Bárbara Bandeira (3 de fevereiro). Os bilhetes para os concertos têm um custo único de 25€ e já estão à venda na Ticketline e nos locais habituais.

O Festival Na Minha Casa é uma iniciativa solidária, com receita a reverter na integra para a Apoiarte – Casa do Artista, onde os artistas têm oportunidade de dar um concerto na sala que é o seu “habitat” natural, numa Casa que é sua, recebendo o público de forma memorável. Num ambiente simples, descontraído, como quem está entre família e amigos… por uma Causa maior.

A 2ª edição do Festival Na Minha Casa, para além de apresentar um renovado cartaz, com muitos nomes da música e artistas bem conhecidos dos portugueses, traz uma novidade: a realização de uma mesa-redonda, no dia 2 de fevereiro às 17h, na Galeria Raul Solnado.
A entrada é livre.

A mesa-redonda “Música: arte de transformação social” vai juntar a comunidade numa reflexão sobre o impacto da música como veículo de transformação social, contando com a participação de Selma Uamusse (artista e presidente da Direção da Helpo), Helena Lima (representante da Orquestra Geração), Cristina Cruz (Professora Escola Superior de Educação de Lisboa) e moderação de Natália Luiza (atriz e membro da Direção da Casa do Artista). 

Notas biográficas

Cristina Barroso Cruz

Cristina Barroso Cruz é antropóloga, professora adjunta na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Lisboa e investigadora do CI&DEI (Centro Interdisciplinar em Educação e Inovação) e do CHAM – Centro de Humanidades.
 
O seu trabalho cruza a antropologia com áreas como a Mediação Artística e Cultural (licenciatura que tem vindo a coordenar), a intervenção sociocultural e o património, com particular enfoque na diversidade cultural (tanto nas populações do passado quanto no presente) e a sua relação com a sustentabilidade social, e nos processos de participação e democratização da cultura

Helena Lima

Natural de Lisboa, é licenciada em Ciências Musicais (UNL) e pós-graduada em Práticas Artísticas e Inclusão Social e em Avaliação de Programas e Projectos Sociais (UCP). Está na coordenação da Orquestra Geração desde a sua génese, e é atualmente, adjunta da direção da Escola de Música do Conservatório Nacional para a Orquestra Geração e presidente da Associação das Orquestra Sinfónicas Juvenis Sistema Portugal. Em 2017, alargando a esfera de trabalho da Orquestra Geração, criou o projeto Orquestra de Afectos dirigido ao jardim de infância, projeto que está presente em seis jardins de infância de agrupamentos escolas em que estão implementados núcleos da Orquestra Geração.
 
Docente do ensino especializado da música desde 1992 (História da Música, Acústica e Animação Musical), tem também o Curso de Canto do Conservatório Nacional e foi, durante quinze anos, membro do Coro de Câmara de Lisboa, com quem se apresentou em prestigiadas salas de espetáculo no país e no estrangeiro, tendo realizado várias gravações e tournées (Malásia, Indonésia, Singapura, Estados Unidos, Alemanha, Itália, Bélgica, Espanha, ente outros). Após formação específica da Universidade de Strasbourg, desenvolveu extensa atividade enquanto Músico Interveniente em Ambiente Hospitalar (Hospitais Garcia de Orta, D. Estefânia, Setúbal, Barreiro, e em vários lares de idosos) entre 2004 e 2009.

Selma Uamusse

Cantora, autora, compositora, performer, por vezes actriz, Selma Uamusse nasceu em 1981 em Maputo, Moçambique, está radicada em Portugal desde 1988. É uma mulher emigrante moçambicana, fugida da formação de engenharia e agora emergida na música em várias das suas vertentes, no país que escolheu abraçar, Portugal.
 
Vocal em assuntos sociais que a perturbam, uma mulher que se move em fé e de compaixão pelos outros e que olha para a sociedade como um todo, uma espécie de aldeia global que se inquieta quando uma das suas partes não funciona bem. E aqui vive a inspiração das canções desta cidadã comum que escolheu a música para veículo de transformação da sociedade.

Última Atualização: 16-01-2026